Naves marcantes da ficção científica

sexta-feira, novembro 25, 2011

É muito difícil a ficção científica não ter naves. Filmes, séries de televisão, a maioria delas trata da exploração do espaço e as naves são sempre um capítulo à parte, pois roubam a cena e algumas vezes a vida dos tripulantes. Montei uma lista daquelas naves que para mim são extremamente importantes em alguns filmes e séries do meu gosto.


Não custa nada repetir que esta lista é pessoal e é bem provável que as naves escolhidas não sejam do agrado de todos. Não daria para colocar todas as naves criadas por motivos óbvios. E pode conter spoilers também. Clique nas imagens para ampliar.





USCSS Nostromo
(Alien, o Oitavo Passageiro) Rebocador comercial classe Juggernaut, número de registro 180942609, é a gigantesca nave de minérios e uma refinaria do clássico filme de 1979. Nele a tripulação está presa com um alien perigoso e ultra resistente, que aniquila a todos com extrema facilidade. A nave é colocada na autodestruição na tentativa de eliminar o invasor e Ripley fica perdida no espaço.


USS Sulaco
USS Sulaco
(Aliens, o Resgate) Nave de transporte classe Conestoga do corpo de fuzileiros coloniais dos Estados Unidos, com capacidade de transporte de 90 tripulantes e mais 20 mil toneladas de carga. Ela parte em direção à colônia LV-426, que perdeu contato com a companhia e cujos colonos estão em perigo. Ela reaparece no começo de Alien 3 e no futuro jogo Aliens: Colonial Marines para PC, Xbox 360, Wii, Playstation 3 e Nintendo 3DS (previsão 2012).


USM Auriga
USM Auriga
(Alien, A Ressurreição) Nave militar de pesquisa médica experimental dos Sistemas Unidos, com 3,657 metros, 42 oficiais de segurança e 7 oficiais médicos. Foi nesta nave que Ellen Ripley foi clonada várias vezes, depois do incidente na prisão Fiorina Fúria 161, para que os militares pudessem ter um espécimen alienígena, uma rainha.


EA Agamenon
EA Cruzador Agamenon
(Babylon 5) Cruzador de batalha classe Omega, da Aliança Terra, uma das primeiras naves a ser construídas quando a guerra contra os Minbari terminou. Sua sessão central tem um componente giratório para simular gravidade artificial. Agamenon foi um dos grandes responsáveis pela insurreição contra o sanguinário presidente Clark, liberando a Terra da opressão.


White Star
(Babylon 5) Nave de batalha dos Minbari construída para a guerra contra as Sombras, ela é pequena para os padrões de naves de B5, no entanto é mais rápida e possui armas potentes e grande capacidade de manobra. Seus componentes avançados mesclam engenharia com biologia, o que a faz um componente importante na guerra contra o mal.


Sharlin
Sharlin
(Babylon 5) Cruzador Minbari de batalha, é a maior nave da frota de Minbar, crucial na guerra contra as Sombras. Tem capacidade para 600 tripulantes, capacidade de salto no hiperespaço. Fruto de engenharia milenar dos Minbari, foi muito usada na guerra contra os humanos, e foi uma delas que causou tal guerra, quando apareceu com os canhões à mostra, sendo entendido como um ato hostil.


ISA Excalibur
ISA Excalibur
(Crusade) Destroyer da classe Victory, a nave pertence à série que durou menos de um ano Crusade, um spinoff de Babylon 5. Contém tecnologia humana, Minbari e Vorlon, sendo um dos protótipos construídos pela Edgar Industries para a Aliança Interestelar. Tem 2990 metros de comprimento, casco reforçado e capacidade de navegação no hiperespaço.


USAF Prometheus
USAF Prometheus
(Stargate SG-1) Nave estelar BC-303 da Força Aérea dos Estados Unidos, é fruto de engenharia reversa de tecnologia Goa'uld, mesclada com tecnologia humana e bilhões de dólares em desenvolvimento altamente confidencial. A nave possui tecnologia alienígena poderosa para geração de escudos, armas, mísseis e toda uma frota de caças de combate. Acaba destruída em batalha contra os Ori.


USAF Daedalus
USAF Daedalus
(Stargate SG-1) Segunda nave da geração, uma BC-304, a Daedalus é fruto de engenharia humana com alienígena, sido lançada em 2005. Ela é vital para a defesa do planeta, tendo capacidade de viagem intergaláctica, com sistemas Asgard de controle, inclusive com sintetizadores. Responsável por salvar Atlantis da invasão Wraith no final da primeira temporada.


Biliskner
Biliskner
(Stargate SG-1) Cruzador de Batalha da poderosa raça Asgard (os aliens de Roswell) e nau capitania do alien Thor, ela lidera a frota Asgard contra os inimigos mais poderosos da galáxia como os Replicantes e os Goa'uld. Ela é destruída ao perder órbita sobre a Terra ao ser abordada pelos Replicantes quando seu sistema de navegação é perdido.


Goa'uld Ha'tak
(Stargate SG-1) Classe de naves para transporte de tropas, incursões, batalhas no espaço e na atmosfera, nau capitania para os senhores do sistema Goa'uld. Capaz de viajar no subespaço, é rápida e muito bem armada, porém é de difícil manobra quando em conjunto. Naves dessa classe foram responsáveis por destruir e atacar vários mundos, incluindo a Terra.


Colmeia Wraith
Colmeia Wraith
(Stargate Atlantis) A nave mãe wraith é quase que integralmente orgânica, tanto externa quanto internamente. Com capacidade de carregar centenas de tripulantes e dardos (caças de combate), uma colmeia é uma nave poderosa para ataques e incursões, porém tem capacidade limitada de viagem, pois seus componentes orgânicos precisam se regenerar dos efeitos da radiação do espaço.


Destiny
Destiny
(Stargate Universe) Os Antigos a lançaram milhões de anos atrás com a missão de construir novos Stargates e colocá-los em planetas semelhantes à Terra. Eles planejavam embarcar nela assim que estivesse a uma grande distância, mas nunca o fizeram. Sua condição já não é das melhores após milhões de anos navegando quando uma equipe do programa Stargate chega nela numa fuga de emergência. A nave é bem equipada, mas já antiquada para os padrões de tecnologia dos antigos que os cientistas conhecem e apresenta uma série de avarias.


USS Enterprise
USS Enterprise
(Jornada nas Estrelas) Nave da classe Constitution, número de registro NCC-1701, da Federação Unida de Planetas, é uma das naves mais poderosas da Frota Estelar, comandada pelo capitão Kirk e sua intrépida tripulação, explorando os confins do espaço e fazendo contato com diversas raças. Foi destruída no terceiro filme da franquia.


USS Voyager
USS Voyager
(Jornada nas Estrelas: Voyager) Nave da classe Intrepid, número de registro NCC-74656, da Federação Unida de Planetas, ela parte em busca dos renegados Maquis e um evento os joga do outro lado da galáxia, 71 anos longe do espaço da Federação e as duas tripulações não veem outra maneira a não ser unir esforços para voltar para casa. Diferente da Enterprise, a Voyager tem capacidade de pouso.


Cubo Borg
Cubo Borg
(Jornada nas Estrelas: A Nova Geração) A imensa nave Borg carrega uma grande coletividade com cerca de 5000 zangões em missões de assimilação de outras culturas e de ataque. Capaz de viajar mais rápido que a luz, ela é rápida e mortal, apesar do tamanho e da aparência bizarra, sendo capaz de se auto-regenerar após ataques e é a responsável por atacar não só a Terra como centenas de planetas, em busca da perfeição.


Event Horizon
Event Horizon
(O Enigma do Horizonte) A nave desenvolvida para viajar até Próxima Centauro desaparece após a órbita de Netuno e reaparece sete anos depois orbitando a ionosfera do mesmo planeta, à deriva e sem sinais de vida, ou pelo menos de vida como a conhecemos. Uma nave de resgate é enviada para tentar descobrir por onde andou a misteriosa nave durante todo esse tempo, sem saber que sua tecnologia avançada para chegar às estrelas abriu uma porta para o inferno.


Battlestar Galactica
(Battlestar Galactica) A mais antiga nave da Frota Colonial, comissionada no grupo 75 de naves de combate, é também a única que se mantém incólume aos ataques dos Cylons devido justamente ao seu antiquado sistema de computadores e de ataque. Sendo uma das primeiras naves de batalha construídas, ela representava a colônia de Caprica e é a responsável pela segurança dos sobreviventes humanos em busca de um novo lar.


Battlestar Pegasus
Battlestar Pegasus
(Battlestar Galactica) Nave da Frota Colonial classe Mercury, comissionada no grupo 62 de naves de combate, comandada pela almirante Helena Cain, escapou da aniquilação cylon ao realizar um salto para se salvar enquanto estava atracada. Por estar passando por reparos no estaleiro da frota, ela não recebeu o vírus cylon que desativava as naves e as tornava alvos fáceis. Destruída em combate com os cylons.


Nave-base Cylon
Nave-base Cylon
(Battlestar Galactica) Principal nave da frota cylon, tem formato semelhante à um Y. É carregada com mísseis nucleares, riders, centuriões e tem capacidade para carregar milhões de cylons humanóides. É a principal nave a atacar as 12 colônias quando os cylons voltam para se vingar. Sua composição é parte mecânica e parte biológica, com um hangar biológico para abrigar os riders, que é a sua principal defesa.


Serenity
Serenity
(Firefly) Nave de transporte da classe Firefly, ela é pequena mas bastante ágil e é o ganha-pão da tripulação renegada que precisa realizar missões legais e ilegais para sobreviver no espaço que se recupera de uma guerra. Sempre aportando em locais seguros, tanto a nave quanto a tripulação são procurados em vários sistemas estelares por contrabando. Também aparece no filme Serenity.


Millennium Falcon
Millennium Falcon
(Star Wars) Cargueiro leve modelo YT-1300 fabricada pela Corellian Engineering Corporation, de Corellia, ficou temperamental com as modificações feitas por seus donos e constantemente irritava Han Solo. A nave, por sua vez, foi importante para várias vitórias da aliança rebelde contra o opressor império.


Discovery One
Discovery One
(2001 Uma Odisseia no Espaço) A nave norte-americana, registro XD-1, movida por um poderoso reator nuclear ruma à Júpiter com seus tripulantes em suspensão criogênica enquanto o computador super inteligente HAL 9000 controla as funções automáticas da nave. Ela é deixada à deriva pelo tripulante que após desligar o computador temperamental, resolve investigar um monolito.


The Axiom
The Axiom
(Wall-E) Século 29 e o planeta Terra como conhecemos não existe mais. Coberto pelo lixo da sociedade de consumo, ele ficou inabitável 700 anos antes e a população então foi evacuada em naves automatizadas e ultra modernas, onde as pessoas pouco precisavam se esforçar para conseguir qualquer coisa. A nave-mãe acaba se tornando o lar dos seres humanos, que se tornam obesos pelo ambiente de baixa gravidade e pela automação. Mas Wall-E chega para mudar tudo isso e trazê-los de volta se o piloto-automático deixar.


Nave-mãe
Nave-mãe
(Distrito 9) Uma nave gigantesca paira os céus de Joanesburgo. Repleta de tecnologia e alienígenas doentes, ela se torna objeto de desejo humano numa corrida armamentista. Mas por estar sem condições de retorno, os aliens são alocados em favelas na Terra e sofrem todo o tipo de preconceito. O jeito é tentar realimentar os sistemas dela para partir.


Hyperion
Hyperion
(Starcraft I e II) Cruzador de batalha classe Behmoth, foi base de operações de grupos distintos nos jogos da franquia Starcraft. De propriedade da Confederação Terran, foi sequestrada por Arcturus Mengsk durante sua rebelião e posteriormente foi tomada por Jim Raynor e seu grupo dissidente, atuando com sua nau-capitânia em terra e no espaço, participando de dezenas de operações arriscadas. A parte mais legal, com certeza, é o Bar.


Narada
Narada
(Star Trek, 2009) A imensa nave de minérios a serviço da Guilda Romulana de Mineração, sob o comando do capitão Nero, em 2380, foi forçada a voltar ao passado após uma experiência mal sucedida de Spock que destruiu Romulus. Ela é resultante de tecnologia romulana e Borg, com equipamento de perfuração de plasma, nanotecnologia reparadora do casco, armas avançadas e capacidade de dobra muito superior às naves da Federação. Foi destruída por Jim Kirk e Spock.


Prometheus
Prometheus
(Prometheus) A nave do filme de mesmo nome viaja para LV-223, nomeado assim no segundo filme da franquia Alien, para encontrar os Engenheiros, aqueles que deram origem à raça humana, após encontrarem desenhos e diagramas mostrando um sistema solar. A nave conta com motores de plasma, ampla escotilha frontal e de permanência prolongada no espaço, com câmaras hiperbáricas para manter a tripulação em estase. Destruída para impedir a nave alienígena de levantar voo.


Veículo Interestelar Venture Star
Veículo Interestelar Venture Star
(Avatar) A nave de propriedade da RDA com capacidade de viajar entre um sistema solar e outro, mesmo levando cinco anos para isso, tem capacidade para carregar centenas de tripulantes em animação suspensa, além levar equipamentos, suprimentos, dados e pessoal até a lua Pandora. Ela não foi feita para pousar, possuindo assim as Valquírias, naves menores com capacidade de pouso. Ela funciona com dois reatores de antimatéria, que funcionam com base em unobitanium, retirado de Pandora.


Kassandra
Kassandra Ship
(Cargo) A Terra sofreu um desastre ecológico e em 2267 as pessoas vivem em estações espaciais na órbita da Terra. A única esperança de uma vida melhor é juntar uma pequena fortuna para ir a Rhea, um planeta como a Terra. A nave carrega supostamente material de construção para uma estação espacial nova. A nave tem capacidade de carga, piloto automático e transporte de tripulantes em crio sono que acordam periodicamente para cuidar da nave e dos colegas.


SS Coração de Ouro
(O Guia do Mochileiro das Galáxias) O primeiro protótipo de sucesso que utiliza o revolucionário gerador de improbabilidade infinita, roubado diga-se de passagem pelo presidente Zaphod Beeblebrox e inventado ao acaso, tem 150 metros e por ser tão engenhosamente movida por uma série de improbabilidades, é provável que ela mude de forma ao longo do tempo.


Andromeda Ascendant
(Andromeda) Décima nave da classe de naves pesadas de batalha Glorious Heritage, registro XMC-10-284, com 1300 metros de comprimento e dotada de uma inteligência artificial responsável por grande parte de suas funções. A série foi criada por ninguém menos que Gene Roddenberry, passando vários séculos no futuro, onde a raça humana faz parte de um sistema de Commonwealth, junto com vários planetas.


NSEA-Protector
NSEA Protector
(Galaxy Quest) NTE-3120 ou NSEA-Protector, a nave descrita como um Evolution Heavy Cruiser a serviço da NSEA (semelhante à NASA), é a mais poderosa nave interestelar da Terra no seriado Galaxy Quest, onde sua intrépida tripulação de 600 pessoas, lideradas pelo corajoso (?) capitão Peter Quincy Taggart desvendam os mistérios do universo. Só não imaginavam que ela seria real!


Elysium
(Pandorum) Com a Terra se aproximando de um gargalo ambiental, o jeito é migrar a biodiversidade e uma tripulação preparada para colonizar um novo planeta, orbitando outra estrela. O que pouca gente sabia era que a Terra sofreria um cataclismo e sumiria na noite, deixando a nave-colonizador Elysium e sua tripulação à própria sorte antes de chegar a Tanis.


TARDIS
TARDIS
(Dr. Who) Acrônimo de Time and Relative Dimension(s) in Space) (Tempo e Dimensão Relativas no Espaço), pode levar seus passageiros para qualquer lugar no tempo e espaço, embora seu exterior pareça com uma cabine de polícia de Londres devido a um defeito irreparável no sistema de camuflagem, seu interior é muito maior do que o exterior (essa é a tecnologia dos senhores do tempo), contendo inúmeras salas A TARDIS que o Doctor pilota é um modelo antigo do tipo 40.


Cosmonauta Alexei Leonov
(2010 - O Ano em Que Faremos Contato) Os americanos estão construindo a Discovery II para poderem voltar a Júpiter, mas os russos estão na frente com sua imponente Alexei Leonov. A nave é dotada de uma seção giratória para simular gravidade e possui aerofreios, capazes de frear a nave economizando mais combustível do que as formas tradicionais. O nome é em homenagem ao primeiro homem a andar no espaço.


São muitas naves do universo da FC, então pus aqui aquelas que acho mais importantes e mais imponentes.

Até mais!

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Sybylla

Fã do futuro e da ficção científica. Geógrafa, professora, blogueira, escritora de FC. Capitã da Frota Estelar. Esperando para voltar para o meu planeta. Leia mais.





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2 comentários

  1. Na minha lista, eu incluiria a Rocinante (a Roci, para os íntimos) do livro Leviathan Wakes, do seriado The Expanse.

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  2. Serenity <3
    A mais modesta das naves, mas a que tem a melhor tripulação

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James W. Harris