Guest post: WildStar acerta onde a Blizzard errou

sábado, novembro 22, 2014

A queridíssima Jules, no Twitter, me falou do WildStar, jogo que não conhecia e ainda não joguei. Mas ele me pareceu muito mais democrático que muitos jogos online. Eu parei com jogos assim depois de muita encheção de saco da parte dos jogadores homens, mas pedi que a Jules dissesse, em um guest post, o que o faz diferente de outros games do gênero, como o famoso World of Warcraft e o resultado é o guest post abaixo!





Este é um guest post escrito pela Jules, nerd, jogadora de WoW, Diablo, WildStar e Clash of Clans, feminista, apaixonada por ciência, fotografia, música e quadrinhos.


Criado pela pequena Carbine, o jogo WildStar parece uma mistura de desenho animado com o filme Star Wars. O jogo que traz duas facções que se enfrentam ao tentar colonizar o planeta Nexus, promete ser o melhor em vários aspectos que foram ignorados durante muito tempo em jogos de RPG online. Apesar de focado no jogador Hardcore o jogo promete ser uma experiência única para os novatos. Inspirado nos jogos asiáticos, o jogo WildStar traz classes e subclasses, além das já tão conhecidas profissões.

WildStar

Mas as novidades não param por aí, além das diferenças nas classes a surpresa também se dá nas raças que se espalham pelas duas facções do jogo. Diferente de jogos como o World of Warcraft, o gigante do gênero da famosa Blizzard, e até um pouco parecido com Guild Wars, você pode escolher entre uma aparência base para seu personagem e alterá-la nos mínimos detalhes. Desde a cor do cabelo até o formato do rosto e olhos e também as formas do corpo e cor da pele.

Trazendo uma forte diferenciação para a criação do personagem dando possibilidades de criar personagens com sobrepeso, negros, brancos, magros ou da forma que você assim desejar, além da tradicional opção entre sexo masculino e feminino. Além dessas já conhecidas diferenças o jogo contém mini games que possibilitam outras atividades como a construção de uma casa e administração da mesma, num lote recebido por conta de uma empresa criada apenas para funcionar dentro do jogo, da mesma forma que a empresa Acme funcionava nos antigos desenhos dos Looney Tunes, a Protostar.


A empresa Carbine que recentemente uniu os servidores do jogo desmentiu que a quantidade de adeptos fosse menor do que desejada dizendo que, ao contrário, a quantidade de jogadores logo na primeira semana já era muito maior do que a esperada, o que possibilitou à empresa a junção de servidores para um melhor aproveitamento dos players de funções como a auction house. O jogo também traz, de forma muito inteligente, a possibilidade de se injetar dinheiro físico no universo virtual através da compra de créditos que podem ser trocados dentro do jogo pela moeda do próprio jogo em troca de tempo online.

Tornando assim todas as possibilidades equivalentes para jogadores que se dedicam mais ao jogo por mais tempo e aqueles que não tem essa disponibilidade. O jogo é uma garantia de boas risadas devido ao alto conteúdo que se assemelha em muito aos desenhos animados mas também garante todo o elemento aventura necessário para os jogos do gênero. E pela primeira vez trata o assunto diversidade com respeito trazendo elementos que o tornam atraente para o público feminino e masculino. Vale a pena conhecer. WildStar é pago, mas tem trinta dias grátis para você avaliar se compra o pacote padrão ou o deluxe.



Gostou? Então compartilhe e aproveite o jogo! Até mais!

Sybylla

Fã do futuro e da ficção científica. Geógrafa, professora, blogueira, escritora de FC. Capitã da Frota Estelar. Esperando para voltar para o meu planeta. Leia mais.





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"A ficção científica é um substituto para todos os lugares que eu nunca vou alcançar nessa vida."

James W. Harris